quarta-feira, junho 13, 2007


alice: no one will ever love you as much as i do. why isn't love enough?

se eu puxar pela memória será que ela finalmente sairá deste esconderijo. será que eu preciso entrar no esconderijo dela? mas, e se for escuro? e se a porta bater? o que será que há no esconderijo da minha memória?

a dias assim. procurando um verso. um poema. que lembre laço de fita. papel de seda. talco. algo assim. carrossel. boneca de pano. gelatina. brevidade. deste jeito. pijama de flanela. pantufas. alfazema da phebo. sabonete preto da phebo. coisas assim. procura-se.

meu santo antoninho.

alguém me diga. explique. por favor. o que foi que aconteceu com caetano. o que?

segunda-feira, junho 11, 2007

passarinho vermelho - jana magalhães

pinoquio - jana magalhães.
o sonho está atrasado. quer dizer, eu sonhei este sonho ontem. mas acontece que ele ainda não foi guardado na minha caixa de sonhos passados. porque foi surreal. estava numa loja escolhendo alguma coisa que não me lembro o que era. sei que era uma loja por que haviam prateleiras e muitas coisas em volta. fui olhar a vitrine. dentro da loja. quando levantei meu olhar minha mãe estava ali. parada. do outro lado da vitrine. tão linda com os cabelos tão negros e os olhos pintados daquele jeito que eu nunca consegui copiar. ela sorria com os olhos para mim. ela sorria com os olhos como ninguém. especialmente quando estava satisfeita da vida. tão saudável e com os cabelos negros como eram. fiquei ali falando com ela através do vidro da vitrine. foi então que surgiram muitas pessoas muitas mesmo e perdi minha mãe de vista. naquela multidão de gente que não existe. esta não é a parte mais incrível do sonho. porque este foi um sonho incrível. enquanto chamava minha mãe me sentia num estado entre o dormir e o acordar e nem sei se meus olhos estavam abertos ou fechados não sei chamava por ela quando senti que tocava alguém que não era ela. havia alguém assim sentada no meu travesseiro e vestia um vestido verde. uma menina que apenas me dizia 'volte a dormir'. 'se acalme'. 'volte a dormir'. acho que dormi mais um pouco. alguns minutos não sei. foi tão surreal. tão verdadeiro. minha mãe tão linda do outro lado da vitrine e a menina vestida em verde.

domingo, junho 10, 2007

" mas é que a verdade nunca me fez sentido. a verdade não me faz sentido! ... "
clarice lispector, a paixão segundo g.h.

sábado, junho 09, 2007

ontem. almoço. galeria. boteco. botequim. pé-sujo. sanduíche de carne assada no pão francês e uma coca na garrafinha de vidro. fe-li-ci-da-de.

alice: where is this love?! i can't see it, i can't touch it, i can't feel it. i can hear it. i can hear some words. but i can't do anything with your easy words.

sexta-feira, junho 08, 2007

" desfaço durante a noite o meu caminho
tudo quanto teci não é verdade,
mas tempo, ocupar o tempo morto,
e cada dia me afasto e cada noite me aproximo. "
( penélope - sophia de mello breyner. )

socorro!!!

olha só. está tudo muito estranho aqui. minha página está dando um piti e abre totalmente em branco pra mim. estou fazendo vôo cego. tipo no meio da neblina. só comigo.

quarta-feira, junho 06, 2007

minha foto é isso. meu olhar congelado. sem preocupação com nada. olhei cliquei congelei o olhar o momento. minha foto é minha saudade ilustrada.



o quintal da minha casa.